PopUp Móvel
pedrojnunes |

 

 

 

Disponho aqui textos publicados em outras épocas e veículos

que para a maioria dos leitores são inéditos, e, claro,

publico também aqui textos impublicáveis.

 


 

Ainda sobre A última noite

 

Este é meu segundo livro de contos. O primeiro foi Vilarejo e outras histórias, lançado em 1992, hoje na sexta edição. Um período de 23 anos entre um volume e outro pode motivar suposições. Antes que alguém as faça, apresso-me com a justificativa de que minha principal razão para esse hiato é a de que já se escreve muito, e muita vez sem necessidade. Platão disse muito acertadamente que os tolos falam porque têm que dizer algo. Então, como nada tinha a dizer, posto me ache um tolo, não disse. Mesmo entre meus demais livros, que incluem três romances, um livro infantojuvenil e uma reportagem histórica, houve um lapso que justifica minha isenção. 

 

Clique aqui para ler.

 


 

Jovens contos eróticos: o conto Sereia

 

Sempre me lembro de que o conto é chinfrim, mas arranjou-me bastante trabalho como escritor. Afinal, eu era publicado nos anos 80 pela mais vibrante editora dos anos 80, a editora Brasiliense. Se quiser avançar, clique aqui, mas não assino fiança.

 

 


 

A ratazana e o ocaso

 

O conto A ratazana e o ocaso foi escrito no final da década de 1980 e publicado por Miguel Marvilla no volume 3 da antologia Palavras da cidade, editada pela Prefeitura Municipal de Vitória. Embora tenha feito uma história razoável, este conto não foi publicado em nenhum outro lugar, ao que eu saiba. Aqui vai a última e definitiva versão que dei a ele. Clique aqui para ler.

 

 


 

Poesia publicada

 

Nunca tive a pretensão de ser poeta. No entanto, fiz alguns exercícios que eu chamaria de disciplinadores, praticando o poema de forma fixa. Alguns amigos, achando neles algum mérito, mais por conta da condescendência, acabaram dando oportunidade à sua publicação. Meus raros poemas foram publicados na revista Contexto e Você, ambas da Universidade Federal do Espírito Santo.

 

Clique aqui para ler os poemas publicados em Contexto.

 

Clique aqui para ler os poemas publicados em Você.

 


 

Confissão incidental

 

Não foram poucas as possibilidades para a elaboração deste texto, arquitetado inicialmente como um mero roteiro informativo sobre a Igreja e Residência Reis Magos, localizada em Nova Almeida, Serra, ES, ao qual acresceria uma nesga de ensaio histórico, incrustado de datas, nomes distintos e mentiras heroicas. Seria um caminho fácil, guiado por visitantes ilustres como o príncipe Wied-Neuwied, os naturalistas Biard e Hilaire, o bispo José Coutinho ou Sua Majestade D. Pedro II, entre outros. Leia mais.

 


 

Um carreiro entre tantos

 

As lendas nascem do povo, da massa leiga, da boiada humana (estas duas expressões, tomei-as emprestadas a uma crônica do Carlos Drummond de Andrade). Foi com essa compreensão, profundamente cravada em minhas lembranças, que retornei recentemente a São José do Calçado. Tanto tempo depois, reencontro meu pai carreiro outra vez, homenageado por haver trilhado com seu garruchão, suas juntas de boi e sua destreza um trecho da história dessa terra. Leia mais.

 


 

Inéditos do romance Menino

A razão porque publico estes capítulos e trechos selecionados de capítulos inéditos de meu romance Menino é que é difícil afastar-me deles. Mas há uma razão menos afetiva, que pode estabelecer distinções que caracterizam as opções feitas na estrutura do livro, já que estes textos aqui publicados, mantidos na versão final do romance, pareceriam claramente estar sobrando. Não se trata, no entanto, de matéria de sobra nesse sentido depreciativo que a palavra eventualmente possa vir a ter. Deve ser firmado que, sendo sobra, isso ocorre apenas porque não coube na estrutura do romance, possuindo para mim – não para o autor do romance Menino – a mesma importância daquilo que permaneceu no texto definitivo.

Para ler, clique nos links.

Percalços

Feitos e desfeitos do conquistador

Das aparições - parte I


 

Os mortos estão no living, de Miguel Marvilla

 (impressões de leitura)

 

Há muito a dizer sobre o volume de contos Os mortos estão no living, do escritor Miguel Marvilla. Já na edição de 1987, ano de lançamento do livro, em carta-prefácio, Paulo Sodré adverte do muito “a ser estudado no que concerne à estrutura de seus textos (diálogos, parágrafos incomuns, etc.) linguagem, procedimentos poéticos, metáforas, intertextos, estilos e outros aspectos.” Por isso, é bom o leitor cujo atalho sejam respostas (e o livro de Miguel Marvilla com certeza destila no leitor inúmeras questões, literárias ou não) estar atento. Leia mais.

 


 

Minhas últimas lembranças do Miguel

 (sobre Miguel Depes Tallon)

 

Uma semana antes de sua partida, definitiva, fui buscar o Miguel, eu mais a Lúcia e a Marília, as bibliotecárias da SEDU, na rodoviária de São Gabriel da Palha. Veio o Miguel e chegou por volta de uma e meia da tarde na agradável companhia de Silvana, a sorridente autora de livros infantis. Vinha um pouco pálido o Miguel, parecia cansado, sobraçava quatro exemplares do Romanceiro do Rio Pardo. Leia mais.

 

VOLTAR

 

 

© 2005 Pedro J. Nunes. Todos os direitos reservados.